O Forsyth andou anos sumido da minha vida, nem uma carta mandou. Os clássicos O Dia do Chacal e O Dossiê Odessa não sairam nem da casa da minha mãe e nem da minha adolescência. Eu mudei. Eles não. Aí a Luiza me deu um, outro dia, O Punho de Deus. Quando leio Guimarães Rosa quero muita coisa. Quando leio Frederick Forsyth só quero não querer parar, essa é a obrigação dos autores de best seller. Estou aqui escrevendo este post, mas desejo mesmo é parar e ir ler o nono capítulo.
Posso criar uma teoria baseada nas expectativas de leitura? E ficar rico? Ou pelo menos famoso? Posso encerrar este post e finalmente descobrir se o disfarce de beduíno usado pelo major britânico Mike Martin para entrar no kuwait enganou as tropas de Saddan Hussein e permitiu o início do movimento de resistência?
Autores assim estão cada vez mais raros. Abraços
Estou com O Afegão dele me esperando.