Dias e dias relendo Noites na Taverna e um outro, que eu até já esqueci, para a faxineira sumir com os dois, numa segunda-feira, e me deixar desorientado. Não voltaram para a prateleira dos juvenis, junto com as bonecas da Laura, que é o lugar mais a mão para quem não quer perder tempo guardando livro. Nem para A ESTANTE, de onde saíram, nem para microprateleira de cabeceira e nem qualquer outro lugar improvável, tipo gavetas de sapato ou caixa de remédios. Será que a Valdirene tem uma paixão secreta pela segunda fase do romantismo brasileiro? Pensando bem, ela é quase uma personagem, magra, olhos fundos, meio surda, suspirando pelos cantos escuros da casa.
[...] 23, 2009 por Guilherme Valdirene voltou a entrar na minha vida literária, desta vez desaparecendo com um livro emprestado. Na [...]